Depois de passarmos a garganta do rio Deva, que até metia impressão, e de almoçarmos em Panes, continuamos o caminho até
Mestas de Con, já por vales mais abertos. Chegámos a meio da tarde à
Casa Raquel, uma casa de turismo rural, muito agradável, com três quartos e uma sala com copa de cozinha e onde íamos ficar duas noites, pagámos 12,50 € por noite cada um. Com o Sol ainda a dar com força, fomos até à praia de
Barro, a 26 km de Mestas. A costa é muito recortada e a praia ficava num pequeno areal entre dois grande rochedos que criavam uma grande piscina, com uma comunicação para o mar alto mas onde podia caminhar dezenas de metros sem que água chegasse à cintura.

Depois de secos, partimos para
Cangas de Onís para passear, reabastecer, jantar e comprar recuerdos.
O santo padroeiro de
Cangues (em
Asturiano) é o Santo António (sem referência a Pádua ou Lisboa) e a anunciar a festa havia por lá cortejos de gigantones e de bandas de gaitas de foles.


Ainda antes das compras, fomos até à ponte romana (reconstruída na Idade Média).

Durante o jantar, pediu-se
favada e sairam feijões, pediu-se
pollo a pensar que seria polvo... a sopa de pescado afinal era uma sopa de marisco...
Depois de jantarmos, demos mais uma volta pela cidade. Passámos por uma igreja (a igreja de N. S.ra da Anunciação) que parecia ser antiga mas afinal foi construída em 1963...

Cangas de Onís foi capital do antigo
Reino das Astúrias e é a "capital" das fadas e das bruxas...


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