Sem bolhas, sin ampollas, no blisters, sans ampoulles
terça-feira, 2 de junho de 2009
Não se tome por regra o que vou descrever, é apenas a minha experiência...
Este ano, a preparação para a peregrinação a Fátima foi maior e melhor. Para além de comprar umas botas novas, fiz várias caminhadas com os grupos Àpriori e Narrota e ainda durante os dias úteis pela cidade ou só em Esgueira, e preparei os meus pés uma semana antes com cremes para evitar as bolhas. Desta vez, vou escrever apenas sobre os cremes dos pés.
Este ano, a preparação para a peregrinação a Fátima foi maior e melhor. Para além de comprar umas botas novas, fiz várias caminhadas com os grupos Àpriori e Narrota e ainda durante os dias úteis pela cidade ou só em Esgueira, e preparei os meus pés uma semana antes com cremes para evitar as bolhas. Desta vez, vou escrever apenas sobre os cremes dos pés.
Quando fui a Santiago de Compostela pela Via da Prata, desde Chaves, a Olinda conto-me que encontrara uma chilena que também fazia com eles o Caminho do Sol (de Santiago a Finisterra) em 2007 e que lhe dissera que andava sempre de sandálias sem meias e não tinha bolhas porque punha creme de arnica nos pés. Um vez, a arrumar o armário da casa de banho, encontrei uma bisnaga de creme de arnica para as mãos, oferta de uma amiga que vende produtos por catálogo. Lembrei-me da chilena e uma semana antes, duas vezes por dia, besuntava os pés com o creme.
Estas são algumas das causas que eu aponto para ter chegado a Fátima sem bolhas. Brevemente vou falar sobre as minhas botas novas (e as antigas também).
Eu penso que se nos metemos num "sacrifício" deste tipo, devemos passá-lo com o menor sofrimento possível e se o conseguimos evitá-lo com estas dicas simples...
Nas peregrinações do ano passado a Fátima e a Santiago, perdi muito tempo a tratar de mim, das minhas bolhas, das minhas dores, e não vivi por inteiro todos os aspectos das peregrinações. Na primeira peregrinação deste ano, não houve grandes dores nem pressas (mas ainda fiz umas corridas), houve tempo para tudo. O que me interessou foi estar ao lado de quem mais precisava e que aceitava o meu apoio, tal como alguns estiveram do meu lado, no ano passo, com as minhas dores a "puxar-me".
Estas são algumas das causas que eu aponto para ter chegado a Fátima sem bolhas. Brevemente vou falar sobre as minhas botas novas (e as antigas também).
Eu penso que se nos metemos num "sacrifício" deste tipo, devemos passá-lo com o menor sofrimento possível e se o conseguimos evitá-lo com estas dicas simples...
Nas peregrinações do ano passado a Fátima e a Santiago, perdi muito tempo a tratar de mim, das minhas bolhas, das minhas dores, e não vivi por inteiro todos os aspectos das peregrinações. Na primeira peregrinação deste ano, não houve grandes dores nem pressas (mas ainda fiz umas corridas), houve tempo para tudo. O que me interessou foi estar ao lado de quem mais precisava e que aceitava o meu apoio, tal como alguns estiveram do meu lado, no ano passo, com as minhas dores a "puxar-me".


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